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domingo, 20 de setembro de 2015

CAFETERIA

O QUE É O CAFÉ

Café é o nome que se dá à bebida feita a partir do fruto do cafeeiro. Acredita-se que a origem do nome seja herdada da palavra “qahwah”, que designa o vinho para os povos árabes. Nativo da África, o arbusto selvagem faz parte da família Rubiaceae. O cafeeiro é uma planta tropical e pode atingir de 1,5 m a 18 m.
Para virar a bebida que conhecemos, a fruta passa por um complexo processamento para gerar um grão que é torrado e, em uma última etapa, moído. Atualmente é a segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água, e movimenta um mercado de US$ 70 bilhões, cuja produção envolve cerca de 25 milhões de famílias. O café é apreciado por mais de um bilhão de pessoas e seu consumo tem crescido diariamente.
Grãos Arábica e Robusta
O café possui duas variedades mais utilizadas comercialmente: a arábica e a robusta, de características bastante diferentes. No Brasil, os cafés especiais devem ser feitos a partir de grãos 100% arábica e, em geral, os grãos robusta são utilizados para a produção de cafés tradicionais, de características sensoriais inferiores. Em outros países produtores, como Etiópia e Indonésia, há cafés de altíssima qualidade, feitos a partir de grãos robusta. Veja algumas diferenças entre eles.

O BRASIL É HOJE O
MAIOR PRODUTOR MUNDIAL
DE CAFÉ

Arábica

Arábica

Em geral, resulta em cafés superiores, aromáticos, de gosto suave e equilibra- do, que podem ser consumidos sem blen- ds. Possui muitas variedades, entre elas, a também chamada arábica (ou typica) e a bourbon. A typica apresenta mu- tações como Caturra, Mundo Novo e Blue Mountain. Outra variedade im- portante da typica é a Maragogipe, vin- da da região de Maragogipe, em Alagoas. Também conhecida por “elephant beans”, tem o grão um terço maior do que os outros.
Robusta

Robusta

No Brasil também conhecida como conilon, é usada para compor blends. Possui duas vezes mais cafeína e é menos complexa (apresenta apenas 22 cromossomos, metade da arábica). Se desenvolve bem em temperaturas mais altas e em baixas altitudes.

DRINQUES COM CAFÉ

Seja ao montar sua própria cafeteria, criar um cardápio ou apenas servir bebidas com café, alguns drinques são obrigatórios. Veja a seguir os mais conhecidos no Brasil.
Espresso

Espresso

Bebida concentrada. Feita com 7 a 9 gramas de pó de café e água (30 ou 50 ml )
Curto ou ristretto

Curto ou ristretto

Bebida concentrada, mais intensa, feita com cerca de metade da quantidade de água do espresso convencional e a mesma quantidade de café
Duplo ou doppio

Duplo ou doppio

É a dose dupla de espresso servida na mesma xícara (60 ml)
Carioca ou americano

Carioca ou americano

Bebida feita com ½ dose ou 30 ml de café espresso na xícara, acrescidos de água quente até completar 50 ml
Machiato

Machiato

Uma dose de espresso (50 ml) com uma camada de espuma vaporizada de leite no topo da xícara
Cappuccino

Cappuccino

De origem italiana, sua cor lembra a das vestimentas dos monges cappuccinos. A receita clássica leva 1/3 de espresso, 1/3 de espuma vaporizada de leite e 1/3 de leite vaporizado





































terça-feira, 8 de setembro de 2015

RECOLHER ART

Em que caso deve recolher ART?

Toda obra ou serviço prestado por profissional, legalmente habilitado da Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Geologia, está sujeito ao recolhimento e registro de ART, dentro do limite da respectiva atribuição profissional, de acordo com a Lei 6.496/77 e Resolução  nº 425/98.

A quem compete o preenchimento e recolhimento da ART?

Quando o profissional for contratado por pessoa física, deve arcar tanto com o preenchimento da ART como com o recolhimento da taxa. Quando a obra ou serviço for objeto de contrato com pessoa jurídica, a esta cabe a responsabilidade pelo recolhimento da taxa e o registro de ART, devidamente preenchida pelo profissional responsável.

Qual é o valor para recolher uma ART?

Os valores para os recolhimentos de Arts estão estabelecidos na Resolução n° 487, de 2004, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – sendo que o valor da taxa de ART referente à execução incidirá sobre o valor da obra e o valor da taxa de ART referente a serviços incidirá sobre o valor do contrato.

Qual o período de responsabilidade do profissional relativo a ART?

A ART deve ser preenchido pelo profissional com data de início da obra ou serviço e vigência do contrato firmado entre o profissional e o contratante. Após o término, suspensão e/ou paralisação da obra ou serviço o profissional deverá requerer a baixa da ART, ou ainda, por qualquer outro motivo que venha a cessar a responsabilidade do profissional em relação àquela obra ou serviço.

De que forma recolhe-se ART para contratos de manutenção?

Quando o contrato for por tempo indeterminado deverá ser anotada a ART do serviço referente ao contrato, com intervalos de 12 meses de vigência, inclusive dos profissionais co-responsáveis/solidários ao contrato. O valor do contrato, quando não for fixado anualmente deverá ser informado uma estimativa do mesmo, tomando por base o valor da média prevista para os 12 meses multiplicada por 12 = valor do contrato no período.




CONSTRUCAO CONVENCIONAL OU ALVENARIA ESTRUTURAL

Construção convencional vs. alvenaria estrutural: qual método construtivo é mais barato? Que materiais utilizar? Quais as vantagens de cada um? As respostas você acompanha neste guia completo com custos por m2 e uma tabela comparativa entre os sistemas construtivos.
A principal característica da construção convencional é a sua função primária de vedação (ou fechamento), separando ambientes e fachadas. O emprego de vigas e pilares moldados por formas de madeira também é grande, sendo este o método construtivo mais utilizado pelos brasileiros. 
Para estruturar um projeto desse tipo, é preciso contar com materiais como o concreto armado, que ficou popular durante o período modernista da arquitetura nacional. 
Juntas, ambas estrutura e vedação dão diversas possibilidades estéticas a um projeto e deixam as reformas mais flexíveis, embora possam conter vícios construtivos de fora de prumo, nível e esquadro, além de ficarem mais suscetíveis a "gambiarras" e improvisos.
A maioria das construções convencionais também geram bastante entulho devido a quebra de blocos do sistema: as paredes são normalmente erguidas e depois rasgadas para receberem a tubulação, sendo esta sua principal desvantagem econômica e ambiental, calculada em cerca de 20 a 30% de prejuízo em mão de obra e materiais.
Por outro lado, a alvenaria estrutural, também chamada de alvenaria/parede portante, exige planejamento e profissionais qualificados. Isso acontece porque esse método de construção tem função estrutural em um projeto, e é indispensável para a sua estabilidade.
Funciona como 2 em 1, juntando as funções de estrutura e vedação em um só sistema racionalizado, que utiliza medidas padrões de elementos construtivos, como blocos concretos e cerâmicos, acrescidos de elementos compensadores para uma melhor modulação. 
Tudo é previamente organizado para que as peças se encaixem de forma alternada, instalando de forma simultânea todos os sistemas elétricos e hidrossanitários.
Quando devidamente planejada, a alvenaria estrutural deve ser capaz de suportar todas as cargas, a de seu próprio peso, lajes, coberturas além de ser resistente a intempéries externas, como chuvas e ventos.
O método diminui os custos, otimiza o tempo e é frequentemente encontrado em pequenos sobrados. Considerado um dos métodos construtivos mais antigos do mundo, a alvenaria estrutural  vem evoluindo e é capaz de sustentar projetos residenciais de 3 a 20 pavimentos, ambientes comerciais e prédios públicos.
As limitações se aplicam a prédios com muitas fachadas em vidro, portas e janelas muito amplas ou divisórias internas móveis, já que o fator de carregar estrutura + vedação torna a alvenaria estrutural difícil de ser modificada, restringindo a liberdade de reformas e alterações no projeto.
Qualquer mudança deve ser prevista ainda na fase de projeto e bem coordenadas na execução, principalmente as amarras com vergas e contravergas, que podem ser feitas com aço e concreto, e podem causar rachaduras se não forem feitas nos pontos corretos.
Na questão da mão-de-obra, exige-se mais dos profissionais dedicados a alvenaria estrutural. O projeto ser deve feito por um arquiteto, acompanhado por um calculista e executado por pedreiros muito familiarizados com alvenaria estrutural, que não permite retrabalho.
O custo dos materiais também depende da execução. De primeiro momento, um bloco de alvenaria estrutural custa cerca de R$ 1,55 + R$ 20,84 de instalação/m2, enquanto um tijolo cerâmico de vedação (convencional) custa R$ 0,95 + R$ 19,85/m2. No entanto, a necessidade de quebrar blocos na construção convencional exige mais material, que pode tender a prejuízo quando comparada com a estrutural.
Há dúvidas se um tijolo específico - de barro maciço - serve para os dois métodos. Alguns arquitetos afirmam que o material aguenta a carga da função estrutural, fazendo paredes duplas para que o material comporte canos e fios. Já o tijolo de solo-cimento definitivamente não pode ser usado em alvenaria estrutural.
Na questão da mão-de-obra, exige-se mais dos profissionais dedicados a alvenaria estrutural. O projeto ser deve feito por um arquiteto, acompanhado por um calculista e executado por pedreiros muito familiarizados com alvenaria estrutural, que não permite retrabalho.
O custo dos materiais também depende da execução. De primeiro momento, um bloco de alvenaria estrutural custa cerca de R$ 1,55 + R$ 20,84 de instalação/m2, enquanto um tijolo cerâmico de vedação (convencional) custa R$ 0,95 + R$ 19,85/m2. No entanto, a necessidade de quebrar blocos na construção convencional exige mais material, que pode tender a prejuízo quando comparada com a estrutural.
Há dúvidas se um tijolo específico - de barro maciço - serve para os dois métodos. Alguns arquitetos afirmam que o material aguenta a carga da função estrutural, fazendo paredes duplas para que o material comporte canos e fios. Já o tijolo de solo-cimento definitivamente não pode ser usado em alvenaria estrutural.